Latim e Direito Constitucional

Onde para a ciência? Onde começa a filosofia? A concepção espacial entende que existiria um momento em que a ciência cairia no domínio estritamente filosófico. Essa noção imagina a existência de dois mundos, o do espírito e o da matéria. Isso nos leva a soluções deste gênero: atravessando a extensão chegar-se-á ao pensamento. É a visão nominalista, doutrina que nega o valor das ideias gerais. O cartesianismo proíbe pensar a metafísica como outra coisa que não seja um além espacial dos fenômenos. Por sua vez Kant põe o número, isto é, o metafísico, para lá dos fenômenos, como uma coisa sob ou além de outras coisas. Essa visão torna ininteligível a unidade do real como bem o mostram as estranhas conclusões das ideias inatas de Descartes, o ocasionalismo de Malebranche, a harmonia preestabelecida de Leibniz e o idealismo, que admite dois universos separados, o das essências  e o dos fenômenos.

História da filosofia

Sócrates pode ser considerado como o fundado da ciência moral. Ele constrange as pessoas a refletirem que tal utilidade só pode ser determinada em relação a um bem absoluto e incorruptível. Assim ele ultrapassa todo utilitarismo e afirma a primazia do bem honesto e dos nossos grandes interesses eternos. Igualmente sustenta que a virtude se identifica com a ciência, de sorte que todo pecador não passa de um ignorante.

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